A minha musa dá-me tusa.
Numa altura francamente negativa para a imagem do homem português, diariamente escavacado na sua fama duratemente contruída por séculos de horizontais elegias, resta-me confessar um segredo antipático - pelo menos nos dias que correm: sou heterossexual. Os dois leitores - ou o esquizofrénico indeciso - que frequentavam este blog ficam a sabê-lo já aqui, antes que a notícia chegue por boca alheia. No paroxismo desta doença com ares de incurabilidade, outro anúncio extremo: gosto particularmente de mamas - de vê-las, de tocá-las, de classificá-las conquanto ao formato, resistência, volumetria, textura. Gosto tanto de mamas que afixo, infra, as mamas mais entusiasmantes que tive oportunidade de ver nos últimos tempos. A moçoila que administra os bens em questão chama-se Hannah e é uma ex-promissora amateur porn starlet cujos vídeos e fotos circularam um pouco por aí.

As preciosidades supra-referidas, ainda espartilhadas na miopia do algodão.
E porque não há mamas sem caras...

E as divindades em próprio (perdoe-se a qualidade, mas é um vidcap...)

Um post para meditar. Um post para ajudar os indecisos nas autárquicas. Um post para recuperar o verão que se finda num estertor de fumo e fogo. Um post para tirar os agarrados do vício. Um post para esquecer a bola, a quadratura do círculo e todas as trapalhices geométricas deste país. Um post perfeito.
Ps. Para uma bibliografia da mama e derivados, ver Ramón Gómez de la Serna, Seios.

2 Comments:
O melhor post de toda a blogosfera!!!! Isso!!! Está aqui o verdadeiro serviço de utilidade púb(l)ica!! Subscrevo tudo o que foi acima assinado. Uma monografia sobre a importância metafísica das mamas, já!!
Continuas - como sempre! já te avisei! - com uma tendência para trintonas com hormonas retardadas.
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