terça-feira, julho 26, 2005

Adenda ao discurso do filósofo-propagandista

Com algum tempo para pensar sobre o assunto, uma pergunta concatenou-se à hipótese académica que atirámos e que esperamos ser, em breve, refutada pela realidade: se, de facto o modelo de exame proposto para o ano seguinte - e subsequentes - assenta as suas bases numa rubrica altamente diminuta dentro do espectro filosófico - a análitica - e esta exige uma bibliografia tão específica quanto o seu método e essa bibliografia - this has a point, as you will see - é composta, decerto, por muitos livros editados pela Gradiva, e se essas edições são traduzidas, quase todas elas, por um dos autores - ou vários - do manual "A arte de pensar" - não se traça aqui mais um capítulo tentacular desta estória que, a sabermos, é personificada por gente bem formada e de boas intenções?